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Pasta da saúde peca pelo imediatismo, esquecendo-se do preventivo!

A pasta da saúde no Brasil é apenas e tão somente mais um cabide político, e que se mantém reticente em relação aos surtos de dengue no País, procurando sobremaneira, efeitos curativos, esquecendo-se dos preventivos que são baratos, fáceis de encontrar, e ao alcance do público mais carente, que efetivamente podem não curar, mas podem isolar as pessoas, é o caso da Citronella, do Cravo da India e em especial da Própolis.

Se tocarmos num fio eletrico fase desencapado, possivelmente tomaremos um choque, mas se este fio estiver fora do nosso alcance e ou mesmo isolado, que perigo estaremos sujeitos? E o porque não se trilha este caminho quando o caso é dengue, divulgando, orientando e porque não, até obrigando?

Esta é uma indagação, sempre inconclusa que a pasta da saúde dá,sem apontar quem falhou, quando se vê diante de óbitos suspeitos causado por patologias que a mesma procura ocultar quando não é do seu interesse que tal fato venha á público. Outra desculpa, é que se nos mostra a mídia quando informa que a saúde através de nota lamenta o óbito e que providências serão tomadas em 30 dias para a elucidação da “causa mortis”do óbito em questão.

É sempre assim, uma desculpa esfarrapada.

Uma Creche em São José SC – Loteamento Dna Adélia, estava em péssimo estado já a dez anos, o estabelecimento deveria ser mantido pela Prefeitura fica dentro de uma propriedade particular cedida pela proprietária conforme acordo, porém, diante da situação, esta creche foi interditada pelos próprios professores e pais de alunos devido o perigo e a falta de manutenção.       Consultado o Secretário de Educação do Município, alegou que irão fazer um estudo para a recuperação da dita creche, ou seja,  em 10 anos o município fez vistas grossas e somente depois das denuncias é que estão tomando providencias, assim é a saúde, assim é o estado e as leis deste País que precisam ser revistas.

Como o povo é ignorante, não retem, nem fatos nem datas, mesmo em se tratando da própria saúde, tudo acaba no balaio do esquecimento, pois em 30 dias outras mortes suspeitas vão acontecer, fazendo com que a opinião pública se perca sem saber qual delas foi esclarecida ou não. A derradeira pá de cal no esquecimento é dada pela mídia que decorrido o prazo fatal, não volta a mencionar nem a cobrar providências à saúde. Este óbito sem um verdadeiro laudo conclusivo, vira mais um número nas estatísticas das mortes inesplicáveis, e da Saúde, se contestada , a resposta que dela recebemos é “… Perdão, foi mal!” E a pergunta que fica no ar, já não como desculpa mas como resposta é:”… Afinal, quem errou?”

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