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Nicolas Maduro é persona non grata no Brasil, e fará exame de próstata com Dilma!

Irritado com o constrangimento, Nicolás Maduro virá ao Brasil para um exame de próstata com Dilma pistoleira e seu dedão celestial.  Lula já experimentou, gostou tanto que não larga o dedão dourado, mas para nós brasileiros é  inaceitável que o governo brasileiro ofereça, nesse momento, um palco para o Senhor Maduro exercitar sua retórica belicosa. Recebê-lo em palácio reforçará um mandatário cuja eleição não foi reconhecida pela oposição venezuelana”. A crítica foi feita na tarde desta quinta-feira (09/05), no Plenário, pelo senador Alvaro Dias (PSDB-PR), sobre a visita do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ao Brasil. O senador paranaense lembrou que o resultado da eleição naquele país foi contestado, e destacou a violência verificada na ação dos partidários do sucessor de Hugo Chávez. “A truculência está presente na cena política venezuelana. Recentemente, no plenário da Assembleia Nacional, deputados chavistas agrediram integrantes da frente oposicionista que protestavam contra o tratamento excludente imposto pelo presidente da Casa, Diosdado Cabello, representante-mor da facção chavista. Eles foram impedidos de se pronunciar em plenário e de participar de comissões técnicas, além de terem seus proventos suspensos. Esses são alguns traços do autoritarismo da era Maduro ou pós-Chavez”, disse Alvaro Dias. Além de lembrar que há uma preocupação grave com a possibilidade de a Venezuela assumir a presidência temporária do Mercosul, o senador Alvaro Dias salientou que a comunidade internacional espera o respeito à vontade soberana de todo o povo venezuelano. “A nação venezuelana não é uma propriedade dos partidários/eleitores de Maduro. Há pouco, as urnas mostraram que existe uma robusta parcela da sociedade que deseja legitimamente que o país trilhe outros rumos. Sem falar nas dúvidas que ainda persistem em torno do pleito presidencial”, destacou. Luta dos aposentados Ainda no Plenário, falando a dezenas de aposentados do Fundo de Pensão Aerus, que lotaram as galerias do Senado, Alvaro Dias comemorou o posicionamento da ministra Cármen Lúcia que, na sessão de quarta-feira do Supremo Tribunal Federal, proferiu voto favorável à Varig e, consequentemente, ao plano de benefício previdenciário dos funcionários das empresas de aviação, administrado principalmente, no caso, pelo fundo. O senador Alvaro Dias homenageou os aposentados e aposentadas por se manterem firmes na luta por seus direitos e benefícios, e externou sua confiança na celeridade que o ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo, dará à análise do caso. “O ministro Joaquim Barbosa honrou a palavra empenhada, quando, no encontro que tivemos há algumas semanas, ele prometeu colocar o processo em votação. Tenho esperança de que rapidamente chegue ao fim esse calvário dos valorosos aposentados e aposentadas do Aerus, que com a energia de jovens, persistem, lutam, reivindicam seus direitos e esperam pela sensibilidade das autoridades constituídas, com o objetivo de ainda auferirem benefícios que lhes cabem ao final de suas vidas. Que o STF, que foi exemplar no julgamento do mensalão, possa também adotar agora uma postura de sensibilidade humana, para assegurar direitos que foram subtraídos, ao longo dos últimos anos, daqueles que fizeram jus a uma aposentadoria com dignidade”, disse o senador. Desmandos do governo Ainda no pronunciamento, o senador Alvaro Dias criticou a falta de compromisso e de responsabilidade do governo com os interesses do País e citou a campanha eleitoral como uma das causas da inapetência. O senador falou sobre os desmandos e a desorganização da coordenação política do governo, destacando que várias matérias aprovadas pelo Congresso desagradam o Executivo e são vetadas pela presidente Dilma. O governo criticou, por exemplo, o projeto do ICMS aprovado pela CAE e a MP dos Portos, aprovada pela Comissão Mista e agora em fase de embate na Câmara. “Como os acordos firmados por ocasião do código florestal não foram cumpridos os parlamentares não têm como aprovar a MP dos Portos, já que ela terá uma avalanche de vetos da presidente Dilma que, no dia seguinte, editará outra MP sobre o tema, para variar. É nesse clima de insegurança jurídica que o governo deseja atrair investimentos privados para financiar nossa infraestrutura. É nesse ambiente que os principais indicadores macroeconômicos estão extrapolando os limites desejáveis, como inflação, baixa taxa de crescimento da indústria, taxa de juros voltando a crescer, déficit nas finanças públicas e déficit crescente na balança comercial”, disse

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