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Dengue Chicungunya Febre Amarela

Colaboração -Dr. Gilvan Barbosa da Gama – Piúma ES

Surto de DENGUE no Estado de São Paulo, com mais de 2000 indivíduos afetados é extremamente alarmante, e as informações foram obtidas hoje dia 29/03/2015 divulgadas no programa Gilberto Barros!
Se você é de fato responsável e solidário, considere este evento como epidemia, pois o problema não reside somente na contração da Gripe A pelo vírus H1 N1, mas em sua proliferação através do contato com pessoas contaminadas.
Queiram ou não, estas doenças Dengue, Chicungunya e Febre Amarela, estão  associadas, pois estão diretamente ligadas ao mosquito Aedes Aegypti, e em alguns casos causam hemorragias que levam o indivíduo ao óbito.
O assunto tem preocupado os médicos e hospitais de uma forma geral, embora ainda a ANVISA não  tenha deflagrado estes surtos em São Paulo como epidemia, entretanto, segundo alguns jornais, já apontavam  no início de março do corrente ano, para um surto de gripe para meados de abril deste ano!
Desta forma, reenvio recomendações/aviso que recebí nesta data e que reproduzirei a seguir escrupulosamente:
O Dr. Vinay Goyal, urgentista reconhecido mundialmente, diretor de um departamento de medicina nuclear, tiroídica e cardíaca, pede para você internauta, divulgar esta mensagem  para o maior número de pessoas possíveis de sua relação de amigos, a fim de contribuir para minimizar o número de casos da Gripe A, causada pelo vírus H1N1.
“As únicas vias de acesso para o vírus da gripe são as narinas, a boca e a garganta”. Em relação a esta epidemia tão vastamente propagada, apesar de todas as precauções, é praticamente impossível não estar em contato com portadores do vírus que a promove.
Contudo, alerto para o seguinte: o problema real não é tanto o contato com o vírus, mas a sua proliferação.
Enquanto estamos em boa saúde e não apresentamos sintomas de infecção da gripe A (H1N1), há precauções a serem tomadas para evitar a proliferação do vírus, o agravamento dos sintomas e o desenvolvimento das infecções secundárias. Infelizmente, estas precauções, relativamente simples, não são divulgadas suficientemente na maior parte das comunicações oficiais.
Porque será?
Muito simples, por ser barato demais e não haver lucros para os laboratórios internacionais ligados pela indústria da propinagem  política à ANVISA!
Eis algumas precauções:
1. Como mencionado na maior parte das publicidades, lave as mãos frequentemente.
2. Evite, na medida do possível, tocar no rosto com as mãos.
3. Duas vezes por dia, sobretudo quando esteve em contato com outras pessoas, ou quando chegar em casa, faça gargarejos com água morna contendo sal de cozinha. Decorrem normalmente 2 a 3 dias entre o momento em que a garganta e as narinas são infectadas e o aparecimento dos sintomas. Os gargarejos feitos regularmente podem prevenir a proliferação do vírus. De certa maneira, os gargarejos com água salgada têm o mesmo efeito, numa pessoa em estado saudável, que a vacina sobre uma pessoa infectada. Não devemos subestimar este método preventivo simples, barato e eficaz. Os vírus não suportam a água morna contendo sais.
4. Ao menos uma vez por dia, à noite, por exemplo, limpe as narinas com a água morna e sal. Assoe o nariz com vigor, e, em seguida, com um cotonete para ouvidos (ou um pouco de algodão) mergulhado numa solução de água morna com sal, passe nas duas narinas. Este é um outro método eficaz para diminuir a propagação do vírus. O uso de potes nasais para limpeza das narinas, contendo água morna e sal de cozinha, é um excelente método para retirar as impurezas que albergam os vírus e bactérias; trata-se de um costume milenar, da India.
5. Reforce o seu sistema imunitário comendo alimentos ricos em vitamina C. Se a vitamina C for tomada sob a forma de pastilhas ou comprimidos, assegure-se de que contém Zinco, a fim de acelerar a absorção da vit. C.
6. Beba tanto quanto possível bebidas quentes (chás, café, infusões etc.). As bebidas quentes limpam os vírus que podem se encontrar depositados na garganta e em seguida depositam-nos no estômago onde não podem sobreviver, devido o pH local ser ácido, o que evita a sua proliferação.”
7. A ingestão regular de extrato de própolis dissolvido em álcool de cereais, (encontrados em quaisquer supermercados) que não é uma vacina, mas é um importantíssimo repelente natural, pois afasta quaisquer mosquitos, pela flavona expelida pela sudorese, e as contra indicações são somente para indivíduos alérgicos ao ovo, lembrando também que existe a versão do própolis dissolvido em água.
8. Outros paleativos naturais, são o cravo da índia e o capim citronella, além dos repelentes quimicos em aerosol e refís para aparelhos elétricos.
Porém, a melhor forma é a sua consciência, não permitindo o acumulo de água em recipientes abertos, como piscinas, vasos de flores, plantas ornamentais como bromélias que armazenam água e servem como depósito de ovos desses anofelinos.

Atenciosamente,
Gilvan Barbosa da Gama
Apiterapeuta Olístico

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