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Direito e saúde embora paralelos, nunca se encontram,mas podem ser corrompidos!

Por   Dr Gilvan Barbosa da Gama – Piúma ES
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Quem sabe se  o poder judiciário em Marte ou na estrela KM0YD, que dista de nós 22.000 anos luz,possa nos  dar a ” solução jurídica definitiva ” para a falta de vacina contra gripes emergentes  e  aprovação jurisdicional para podermos usar a Fosfoetanolamina no combate ao câncer ou qualquer outra medicação que dê ao paciente alguma esperança de sobrevida com dignidade, sem se sentir uma maquina de produzir honorário médico com data marcada para virar defunto.
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Eu, além de sentir desprezo e repulsa emética pelo Judiciário Tupiniquim, vejo a cada dia aberrações jurídicas que jamais pensei pudessem existir e que eu fosse assisti-las ao longo da minha honorável existência.
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Direito e Medicina são como as águas do Rio Negro e do Rio Solimões na Amazônia, não se misturam quando do seu encontro.
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Quando frequentei a Faculdade de Direito em São Paulo, nos idos de 1960, aprendi que o Direito é a dinâmica do fato social, objeto da sociologia e que a lei que o regula deve também se adequar ao preceito comum e obrigatório emanado de poder competente.
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Os palermas que legislam em Brasília, por ventura possuem respaldo moral, ético e competência para criar leis e as fazer respeitar quando já existem?
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Nosso Judiciário maior, salvo alguns poucos magistrados intocáveis, é composto de renomados juristas, via de regra capachos nomeados pelo presidente da República e sabatinados pelo Senado. Indicação política não é pressuposto de notório saber jurídico.
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Até a presente data jamais vi um candidato ao STF  ter o nome recusado pelo Congresso, todos foram sufragados e aplaudidos. É o”hoje te sufrago,amanhã você livra a minha cara no STF. “Todos os políticos indistintamente em Brasília com raríssimas excessões, possuem telhado de vidro fino, motivo pelo qual todos são aprovados.
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Deixemos o Direito de lado e partamos para um exemplo bem do “jeitinho brasileiro”. Um funcionário é indicado pelo Diretor Presidente de uma multinacional para ocupar um cargo de destaque na empresa. Com 30 dias no cargo,acontece uma outra eleição aleatória e este novo executivo, por indicação, recém empossado tem que votar para eleger um novo Diretor Presidente. Duas são as chapas e numa delas é candidato quem o promoveu à empresa . Em sã consciência, em quem votará o novo executivo? Quem sabe! talvez… no Pateta,no Pluto ou no Donald Trump?
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É assim, infelizmente que a banda toca também no Judiciário. Talvez quem sabe, se em outros galáxias a banda do Poder Judiciário interplanetário de lá toque de forma distinta da ” Corrupta Furiosa Brasiliensis”
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Com a palavra os afilhados mercenários dos coronéis donatários da terra brasilis!

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